Músicas

André Midani morreu nesta quinta-feira (13) aos 86 anos. O sírio, criado na França e que chegou ao Brasil em 1955 para trabalhar na Odeon, foi uma das mais importantes figuras da nossa indústria fonográfica. Foi graças ao seu trabalho nas presidência das gravadoras Phillips/Polygram, entre 1968 e meados dos anos 70, e Warner a partir de 1977 que uma enorme quantidade de artistas pôde lançar álbuns que hoje estão entre os melhores já feitos no país.

Foi sob a sua direção nomes como Raul SeixasJorge Ben JorGilberto GilMutantesCaetano VelosoElis ReginaChico BuarqueGal Costa e, já nos naos 80, TitãsLulu SantosUltraje a Rigor e Ira!, entre muitos outros, gravaram aqueles que são considerados os seus melhores trabalhos.

Na década de 90 Midani foi trabalhar como presidente da Warner na América Latina, mas retornou ao Brasil em 2002. Desde 2016 ele estava aposentado. Ele contou a sua história no livro "Do Vinil ao Download ", que também deu origem a uma série exibida no GNT.

 

Fonte: Vagalume

Uma colombiana de versos sensuais canta o amor pelo futebol ao lado de Léo Santana em “Vibra Continente”, música tema da Copa América 2019. Karol G tem 28 anos de idade, sete de carreira, e algumas marcas:

 

  • Venceu o Grammy latino como artista revelação em 2018;
  • Três singles no Top 10 da Billboard Hot Latin Songs: "Ahora me llama", "Culpables" e "Mi cama";
  • Turnê internacional marcada para o segundo semestre deste ano, com passagem por Europa e Estados Unidos;
  • Parceria com cantores de reggaeton famosos internacionalmente, como Maluma, J Balvin, Ozuna e Nicky Jam.

 

 
Karol G canta "Mi cama" durante o Grammy Latino 2018 — Foto: Chris Pizzello/Invision/APKarol G canta "Mi cama" durante o Grammy Latino 2018 — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP

Karol G canta "Mi cama" durante o Grammy Latino 2018 — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP

Karol canta um trapeton sensual e não hesita na hora de falar sobre prazer e liberdade sexual. Em “Ocean”, álbum lançado em maio deste ano, tem uma faixa chamada “Punto G”, sobre sexo oral feminino.

 

Fã do Brasil

 

 
Simone & Simaria com Karol G na gravação do clipe em Las Vegas — Foto: @lasvegastourvip / DivulgaçãoSimone & Simaria com Karol G na gravação do clipe em Las Vegas — Foto: @lasvegastourvip / Divulgação

Simone & Simaria com Karol G na gravação do clipe em Las Vegas — Foto: @lasvegastourvip / Divulgação

Karol sabe do que rola musicalmente no Brasil. Em seu novo disco, tem música em parceria com Simone e Simaria e já disse que gostaria de cantar com Kevinho e Anitta.

A colombiana se apaixonou pelo carnaval brasileiro este ano. Convidada pelo bloco Mix, ela se apresentou em São Paulo e assistiu ao primeiro dia de desfiles na Marquês de Sapucaí, no Rio.

 

“É a minha primeira vez no Brasil. Estou feliz e emocionada de estar aqui. É tudo lindo. Os carros alegóricos, as roupas. Acredito que vim na melhor época do ano. Quem não vem, está perdendo", disse.

 

"Vibra continente" mescla as batidas do funk e do pagode de Léo Santana com o reggaeton de Karol G. No clipe, os dois cantores aparecem em um estádio de futebol, cercados por dançarinas.

O vídeo mostra ainda a vibração de torcedores. A música foi escrita por Léo, Carol e dois amigos do cantor.

A cerimônia de abertura terá 10 minutos, a partir das 21h10 desta sexta-feira (14) no Estádio do Morumbi, em São Paulo. Além de Karol e Léo, o palco terá mais de 100 músicos.

Com mais de 400 pessoas em cena, ela terá muitos efeitos de LED e “contará a história dos países da América Latina”, disse o diretor-artístico da abertura, Edson Erdmann, sem dar mais detalhes.

“Nunca imaginei que algum dia eu faria parte de uma música tão importante como essa. Estou emocionada de estar aqui no Brasil, que é um país superior no futebol, além de viver essa experiência ao lado do Léo Santana, que conheço há algum tempo, um grande artista, que também vem rompendo barreiras em nível internacional”, declarou a cantora.

 

A Copa América será disputada por 12 seleções até 7 de julho. O jogo de abertura é entre Brasil e Bolívia.

Taylor Swift anunciou que seu sétimo álbum se chamará "Lover" nesta quinta (13). A cantora também compartilhou a capa do novo trabalho, que será lançado em 23 de agosto, nas redes sociais.

O segundo single "You Need to Calm Down" ficará disponível nesta sexta (14).

A americana começou a falar sobre o novo disco em abril, ao lançar "Me!". O clipe dava sinais que Swift estava entrando em uma fase colorida, comprovada pela capa.

"Lover" aparece dois anos depois de "Reputation", que teve músicas como "Delicate" e "Don't Blame Me".

 

Fonte: G1

"Pandora", o primeiro álbum de Luísa Sonza, foge um pouco do pop de coreografias e refrões fáceis das músicas mais conhecidas da cantora gaúcha de 20 anos.

Das oito novas canções, apenas uma segue o caminho óbvio de featuring, batidas meio batidas e versos que parecem criados com a pressa de um motoboy.

"Na Garupa / Vem me deixar maluca", cantam ela e Pabllo Vittar, no single de dois minutos e oito segundos. É a única com a mão de Rodrigo Gorky (produtor de Pabllo e ex-Bonde do Rolê) e sem Luisa entre os compositores.

O resto do disco é menos rasteiro. Surgida no YouTube cantando versões voz e violão de hits, ela tenta fazer um pop sem maquiagem e inspirado na música soul.

É clara a intenção de se alinhar à nova onda de hits menos super produzidos e eletrônicos. Seria o equivalente musical a tirar foto de cara lavada e postar no Instagram. Ou à fase "Back to Basics" de Christina Aguilera, da qual Luísa se diz fã.

A estreia da cantora tem outras duas participações. O riff mais memorável está em "Fazendo Assim", com Gaab, filho de Rodriguinho e dono da espertíssima "Tem café".

"Bomba relógio" é menos explosiva, com arranjo desleixado e as rimas trabalhistas de Vitão: "Tenho casa cheia hoje, meu amor / Quinta o TVZ já me chamou / Sexta o ingresso já acabou".

Não chega a ser um exemplar dos raps zoados por Marcelo Adnet nos quais o compositor parece usar um dicionário de rimas, mas também não fica tão longe disso.

 

Entre duas Luísas

 

"Pandora" fica no meio do caminho das duas Luísas que os fãs já conhecem:

 

 

Com capa inspirada em "Dangerous" (de Michael Jackson), o disco tem seis músicas com assinatura da dupla André Vieira e Wallace Vianna.

Os donos da produtora Hitmakers têm mais de 200 músicas registradas no Escritório Central de Arrecadação de Direitos (Ecad), mas ainda tentam encontrar voz própria.

Surgiram com "Beijinho no ombro", de Valesca Popozuda, e agora seguem entre acertos ("Sapequinha", de Lexa; "Coladinha", de Gustavo Mioto e Anitta) e erros ("Favela Chegou", de Anitta e Ludmilla; a carreira inteira até aqui da Pocahontas).

Na estreia de Sonza, eles ajudam a cantora a fazer um disco indicado para quem quer um pop para sacudir mais a cabeça do que o corpo. Tipo Fat Family.

Quem não aguenta mais ouvir bachata ou reggaeton, ritmos latinos dominantes entre sertanejos e ex-funkeiras, também vai encontrar afago nos corais com estilo gospel de "Eliane" (homenagem à mãe dela feita a partir de uma troca de mensagens no WhatsApp) e "Apenas eu".

Pensado como um álbum conceitual, "Pandora" fica aquém da ideia relatada por Luísa de usar o mito que batiza o disco para falar sobre "o bem e o mal, a luz e a escuridão, o milagre, o pecado, o caos, o amor e a esperança".

Mesmo assim, é uma estreia corajosa por tentar soluções pouco exploradas no pop brasileiro.

 
Luísa Sonza — Foto: DivulgaçãoLuísa Sonza — Foto: Divulgação

Luísa Sonza — Foto: Divulgação

 

Fonte: G1

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