Músicas

Reunir 42 mil pessoas em show no Maracanã, o maior estádio da cidade do Rio de Janeiro (RJ), é proeza na trajetória de qualquer artista. No caso do grupo Los Hermanos, o feito realizado na terra natal na noite de ontem, 4 de maio de 2019, chega a ser previsível, embora nem por isso deixe de ser histórico.

A naturalidade decorre do fato de, na turnê anterior de 2015, o quarteto ter feito nada menos do que quatro apresentações na Marina da Glória, espaço ao ar livre de grandes proporções.

O ardor popular em torno do grupo – concentrado em torno dos vocalistas e compositores Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante – é fenômeno tão grande que nem cabe explicação.

Até porque não há explicação racional para o repertório construído pela banda em apenas oito anos e quatro álbuns de estúdio, em período que foi de 1999 a 2007, ter permanecido tão forte na memória afetiva de um público que ainda vem sendo renovado.

 

 

Rodrigo Amarante se joga aos pés do público no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / DivulgaçãoRodrigo Amarante se joga aos pés do público no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Rodrigo Amarante se joga aos pés do público no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Na noite de ontem, Marcelo Camelo (voz, guitarra e baixo), Rodrigo Amarante (voz, guitarra e baixo), Bruno Medina (teclados) e Rodrigo Barba (bateria) cumpriram (altas) expectativas ao reger o coro fervoroso das 42 mil pessoas que fizeram coro nas 27 músicas do roteiro – aberto com A flor (Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, 2001) nas vozes dos autores – e ainda pediram (sem serem atendidos) uma 28ª música após o generoso bis, encerrado com Pierrot (Marcelo Camelo, 1999).

A catarse foi total. "Que loucura", disse Amarante, espantado, antes de cantar Retrato pra Iaiá (Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, 2001), terceira música do roteiro.

 

Sem procurar inventar moda com arranjos inusitados, os Los Hermanos rebobinaram o repertório em total sintonia com o desejo do público. Tanto que foi ele, o público, que sozinho deu voz aos versos iniciais de O vencedor (Marcelo Camelo, 2003), sob a marcação da bateria de Rodrigo Barba, antes de Camelo assumir a liderança do canto da música.

 
Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / DivulgaçãoMarcelo Camelo e Rodrigo Amarante no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Se existe alguma explicação racional para a apoteose emocional do público diante dos Hermanos, ela – a explicação – talvez resida na empatia de cancioneiro que assume o sentimentalismo como se o porta-voz de tanto amor (às vezes perdido, em outras nem consumado) fosse um looser perdido na multidão, seguindo o bloco do eu sozinho.

Tanto que a nova canção Corre corre (Marcelo Camelo, 2019) – que soou menos Banda do Mar no show do que no single lançado em 2 de abril – pareceu nem ter pique para acompanhar o passo de canções aceleradas como Tenha dó (Marcelo Camelo, 1999) e Quem sabe (Rodrigo Amarante, 1999), ambas vindas do primeiro álbum da banda, Los Hermanos (1999), lançado há 20 anos com a pegada do hardcore.

Esse peso foi diluído em discos posteriores em que o rock folião dos Hermanos se permitiu cair na folia da MPB, gerando até canção buarquiana como A outra (Marcelo Camelo, 2003), devidamente incluída no roteiro.

 

Do ponto de vista técnico, o show do grupo na turnê deste ano de 2019 pareceu ser o de melhor acabamento do quarteto, como ficou exposto em projeções usadas para ilustrar músicas como Do sétimo andar(Rodrigo Amarante, 2003).

 
Uma visão geral do Maracanã no show dos Los Hermanos — Foto: Leo Aversa / DivulgaçãoUma visão geral do Maracanã no show dos Los Hermanos — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Uma visão geral do Maracanã no show dos Los Hermanos — Foto: Leo Aversa / Divulgação

O som estava potente, mas a energia maior vinha do público receptivo e paciente até com problema técnico ocorrido com a guitarra de Camelo, a quem Amarante agradeceu por tê-lo convidado para entrar para a banda (o que gerou intervenção jocosa da banda com o prefixo do tema-título do filme Love story).

Em Sentimental (Rodrigo Amarante, 2001), luzes de celulares iluminaram as cadeiras e a pista lotada, onde dois rapazes se beijaram durante o número, alheios (mas nem tanto...) ao que se passava no palco.

Anna Júlia (Marcelo Camelo, 1999) precedeu discurso em que Camelo lembrou os primórdios do grupo, com shows feitos em lugares "pequenos e escondidos" antes da fama. "...20 anos e vocês aqui no Maracanã! Inacreditável", exultou o cantor, no fundo acreditando que, sim, aquela multidão era real, possível diante do culto persistente ao grupo.

A relação entre os Los Hermanos e o público vai muito além do que se viu e ouviu ontem no Maracanã.

 

 

Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante se irmanam no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / DivulgaçãoMarcelo Camelo e Rodrigo Amarante se irmanam no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante se irmanam no show dos Los Hermanos no Maracanã — Foto: Leo Aversa / Divulgação

♪ Eis o roteiro seguido em 4 de maio pelo grupo Los Hermanos no estádio Maracanã na estreia carioca da turnê 2019 do quarteto na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ):

1. A flor (Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante, 2001)

2. Além do que se vê (Marcelo Camelo, 2003)

3. Retrato pra Iaiá (Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo, 2001)

4. O vencedor (Marcelo Camelo, 2003)

5. O vento (Rodrigo Amarante, 2005)

6. Todo Carnaval tem seu fim (Marcelo Camelo, 2001)

7. Condicional (Rodrigo Amarante, 2005)

8. Corre corre (Marcelo Camelo, 2019)

9. Primeiro andar (Rodrigo Amarante, 2005)

10. A outra (Marcelo Camelo, 2003)

11. Morena (Marcelo Camelo, 2005)

12. Pois é (Marcelo Camelo, 2005)

13. Sentimental (Rodrigo Amarante, 2001)

14. Samba a dois (Marcelo Camelo, 2003)

15. Tenha dó (Marcelo Camelo, 1999)

16. Quem sabe (Rodrigo Amarante, 1999)

17. Descoberta (Marcelo Camelo, 1999)

18. Anna Júlia (Marcelo Camelo, 1999)

19. O velho e o moço (Rodrigo Amarante, 2003)

20. Paquetá (Rodrigo Amarante, 2005)

21. Do sétimo andar (Rodrigo Amarante, 2003)

22. Último romance (Rodrigo Amarante, 2003)

23. De onde vem a calma (Marcelo Camelo, 2003)

24. Conversa de botas batidas (Marcelo Camelo, 2003)

Bis:

25. Deixa o verão (Rodrigo Amarante, 2003)

 

26. Azedume (Marcelo Camelo, 1999)

27. Pierrot (Marcelo Camelo, 1999)

 

Fonte: G1

 

 

A cantora e compositora Beth Carvalho, conhecida como a Madrinha do Samba e um dos maiores nomes da história do gênero, morreu no Rio, nesta terça-feira (30), aos 72 anos. Ela estava internada no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, Zona Sul da cidade, desde o início de 2019. A causa da morte foi infecção generalizada, informou o hospital, em comunicado.

Em nota, o empresário da artista, Afonso Carvalho, disse que ela morreu às 17h33 desta terça "cercada de amor por seus familiares e amigos". O velório está marcado para começar às 10h desta quarta-feira (dia 1º), no salão nobre do Botafogo, time para o qual Beth torcia. Às 16h, o cortejo, com carro do Corpo de Bombeiros, deve partir para o Crematório do Caju.

 

Com mais de 50 anos de carreira, dezenas de discos gravados e sucessos como "Andança" e "Coisinha do pai", Beth Carvalho era considerada madrinha de artistas como Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz e Jorge Aragão – daí o apelido.
Já fazia bastante tempo que a cantora tinha um problema de coluna. Em 2009, chegou a cancelar sua apresentação no show de réveillon, na Praia de Copacabana, por causa de fortes dores. Em 2012, submeteu-se a uma cirurgia na coluna.

No ano seguinte, foi homenageada pela escola de samba Acadêmicos do Tatuapé, no carnaval de São Paulo, mas não participou do desfile por motivos de saúde. Lu Carvalho, sobrinha de Beth, foi quem representou a artista na ocasião.

Show histórico

Em 2018, com a mobilidade cada vez mais reduzida pelos efeitos do problema na coluna, Beth fez um show histórico. Ao lado do grupo fundo de Quintal, mostrou sua força aocantar deitada seus sucessosno show Beth Carvalho encontra Fundo de Quintal – 40 anos de pé no chão.

 

Ao longo de sua internação no início de 2019, Beth teve de reduzir a quantidade de visitas. A informação foi compartilhada por sua filha, Luana, após um vídeo mostrar a cantora debilitada cantando deitada na cama do hospital.

 

Elizabeth Santos Leal de Carvalho nasceu no Rio, em 5 de maio de 1946. O site oficial da artista informa que o contato com a música foi incentivado pela família, ainda na infância.

Aos 8 anos, surgiu o gosto pela dança – na mesma época, ganhou dos avós o primeiro violão. Após a prisão do pai no início da ditadura, em 1964, Beth passou a dar aulas de música.

No ano seguinte, gravou o seu primeiro compacto simples, com a música “Por quem morreu de amor”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli. Seu grande sucesso, “Andança”, é o título de seu primeiro LP, lançado em 1969.

Beth participou de quase todos os festivais de música da época. Em 1968, conquistou a terceira posição no Festival Internacional da Canção (FIC), justamente com "Andança".

A partir de 1973, passou a lançar um disco por ano e emplacou vários sucessos como “1.800 Colinas”, “Saco de Feijão”, “Olho por Olho”, “Coisinha do Pai”, “Firme e Forte” e “Vou Festejar”.

Também gravou composições de Cartola, como “As rosas não falam”, e “Folhas Secas”, de Nelson Cavaquinho.

 

'Coisinha do pai' tocada em Marte

A cantora era apaixonada pela Mangueira, sua escola de samba do coração, e pelo bloco Cacique de Ramos, onde conheceu muitos de seus apadrinhados.

 

"Beth é inquieta. Não espera que as coisas lhe cheguem, vai mesmo buscar. Pagodeira, ela conhece a fertilidade dos compositores do povo e, mais do que isso, conhece os lugares onde estão, onde vivem, onde cantam, como cantam e como tocam", descreve a biografia em seu site oficial.

Em 1979, Beth se casou com o jogador de futebol Edson de Souza Barbosa e, dois anos depois, deu à luz sua única filha, Luana Carvalho.

A cantora já fez inúmeras apresentações em cidades ao redor do mundo, subiu ao palco do Carnegie Hall, em Nova York, e até teve sua música representada no espaço sideral. Em 1997, “Coisinha do pai” foi programada pela engenheira brasileira da Nasa, Jacqueline Lyra, para “despertar” um robô em Marte.

Em junho de 2002, recebeu das mãos de Dona Zica, viúva de Cartola, o Troféu Eletrobrás de Música Popular Brasileira, no Teatro Rival do Rio de Janeiro. Seu 26º disco, “Pagode de mesa 2” (2000), concorreu ao Grammy Latino na categoria melhor disco de samba.

Em 2004, ela gravou seu primeiro DVD, “Beth Carvalho, a Madrinha do Samba”, que lhe rendeu um DVD de Platina. O CD, que teve lançamento simultâneo ao DVD, recebeu Disco de Ouro e foi também indicado ao Grammy Latino de 2005, na categoria “Melhor Álbum de Samba”.

Beth Carvalho foi homenageada na edição 2009 do Grammy Latino, em Las Vegas. Na ocasião, a cantora foi a primeira sambista a receber um dos reconhecimentos mais importantes da cerimônia, o prêmio Lifetime Achievement Awards.

 

 

Neném da Cuíca e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV GloboNeném da Cuíca e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

Neném da Cuíca e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

 
Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV GloboBeth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

 
 
Alcione, Elizeth Cardoso e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV GloboAlcione, Elizeth Cardoso e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

Alcione, Elizeth Cardoso e Beth Carvalho no programa Alerta Geral — Foto: Acervo TV Globo

 
Beth Carvalho em 'Tem Criança no Samba', de 1984 — Foto: Acervo TV GloboBeth Carvalho em 'Tem Criança no Samba', de 1984 — Foto: Acervo TV Globo

Beth Carvalho em 'Tem Criança no Samba', de 1984 — Foto: Acervo TV Globo

 
A cantora Beth Carvalho em sua casa em 1982 — Foto: João Pires/Estadão Conteúdo/ArquivoA cantora Beth Carvalho em sua casa em 1982 — Foto: João Pires/Estadão Conteúdo/Arquivo

A cantora Beth Carvalho em sua casa em 1982 — Foto: João Pires/Estadão Conteúdo/Arquivo

 
 
Beth Carvalho posa para foto em 1987 — Foto: Estadão Conteúdo/ArquivoBeth Carvalho posa para foto em 1987 — Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo

Beth Carvalho posa para foto em 1987 — Foto: Estadão Conteúdo/Arquivo

 
Chico Buarque, Beth Carvalho e Caetano Veloso — Foto: Acervo TV GloboChico Buarque, Beth Carvalho e Caetano Veloso — Foto: Acervo TV Globo

Chico Buarque, Beth Carvalho e Caetano Veloso — Foto: Acervo TV Globo

 
Beth Carvalho, em apresentação na casa de shows Metropolitan, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Foto de outubro de 2015 — Foto: Glaucon Fernandes/Estadão Conteúdo/ArquivoBeth Carvalho, em apresentação na casa de shows Metropolitan, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Foto de outubro de 2015 — Foto: Glaucon Fernandes/Estadão Conteúdo/Arquivo

Beth Carvalho, em apresentação na casa de shows Metropolitan, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Foto de outubro de 2015 — Foto: Glaucon Fernandes/Estadão Conteúdo/Arquivo

 
 
Beth Carvalho durante evento realizado no Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro, em 2007 — Foto: Marcos D'Paula/Estadão Conteúdo/ArquivoBeth Carvalho durante evento realizado no Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro, em 2007 — Foto: Marcos D'Paula/Estadão Conteúdo/Arquivo

Beth Carvalho durante evento realizado no Andaraí, na zona norte do Rio de Janeiro, em 2007 — Foto: Marcos D'Paula/Estadão Conteúdo/Arquivo

 
Beth Carvalho — Foto: Acervo TV GloboBeth Carvalho — Foto: Acervo TV Globo

Beth Carvalho — Foto: Acervo TV Globo

 
A cantora Beth Carvalho e o sambista Tobias durante desfile da escola de samba Vai-Vai, campeã do Carnaval de São Paulo em 1996 — Foto: Silvio Ribeiro/Estadão Conteúdo/ArquivoA cantora Beth Carvalho e o sambista Tobias durante desfile da escola de samba Vai-Vai, campeã do Carnaval de São Paulo em 1996 — Foto: Silvio Ribeiro/Estadão Conteúdo/Arquivo

A cantora Beth Carvalho e o sambista Tobias durante desfile da escola de samba Vai-Vai, campeã do Carnaval de São Paulo em 1996 — Foto: Silvio Ribeiro/Estadão Conteúdo/Arquivo

 
 
A cantora e sambista Beth Carvalho se apresenta em show de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo, no Vale do Anhangabaú em 2008 — Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo/ArquivoA cantora e sambista Beth Carvalho se apresenta em show de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo, no Vale do Anhangabaú em 2008 — Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo/Arquivo

A cantora e sambista Beth Carvalho se apresenta em show de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo, no Vale do Anhangabaú em 2008 — Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo/Arquivo

 
Beth Carvalho — Foto: Washington Possato / DivulgaçãoBeth Carvalho — Foto: Washington Possato / Divulgação

Beth Carvalho — Foto: Washington Possato / Divulgação

 
Beth Carvalho no camarim do show em homenagem a Nelson Cavaquinho, no HSBC, em 2012 — Foto: Isadora Brant/Folhapress/ArquivoBeth Carvalho no camarim do show em homenagem a Nelson Cavaquinho, no HSBC, em 2012 — Foto: Isadora Brant/Folhapress/Arquivo

Beth Carvalho no camarim do show em homenagem a Nelson Cavaquinho, no HSBC, em 2012 — Foto: Isadora Brant/Folhapress/Arquivo

 

Fonte: G1

Na manhã desta quarta-feira (1) Kevinho se submeteu a uma cirurgia para a remoção do apêndice. Horas antes da internação de urgência, o cantor havia feito duas apresentações, uma em Curitiba e outra em são Paulo, conforme divulgou em suas redes sociais.

Segundo sua assessoria de imprensa, Kevinho "sentiu um desconforto abdominal com dores semelhante a uma gastrite" na tarde de terça-feira (30) e se submeteu a uma tomografia.

"O cantor que estava se sentindo bem para cumprir sua agenda e realizou os shows na noite de ontem, quando se apresentou em Curitiba (PR) e em São Paulo (SP). Hoje pela manhã foi reavaliado, com novos exames o que ocasionou a internação para a realização da cirurgia, que foi realizada com sucesso e o cantor passa bem".

Através de suas redes sociais, o cantor anunciou o procedimento cirúrgico. “Galera estou entrando em uma cirurgia agora de última hora para remoção de apendicite e vou ficar meio off o dia todo”, escreveu o cantor, que ainda pediu orações para os fãs.

Kevinho aproveitou o post para agradecer os fãs durante a divulgação de sua nova música, “Salvou meu dia”, em parceria com Gusttavo Lima.

“Queria aproveitar e agradecer a todos que estão compartilhando o nosso novo hit, já somos mais de 3,5 milhões em menos de 24 horas, estou muito feliz vendo tudo isso acontecer”.

Kevinho tem um show agendado para este final de semana em Brasília. Segundo comunicado enviado por sua assessoria de imprensa, o cantor "segue hospitalizado e deverá voltar a cumprir sua agenda profissional nos próximos dias".

Confira nota oficial na íntegra:

O cantor Kevinho, (Kevin Kawan de Azevedo) submeteu-se a um procedimento cirúrgico de apendicectomia, na manhã desta quarta-feira (1) para retirada da apêndice que estava na fase inicial conhecida como ‘flegmonosa’. O médico particular do cantor, Dr Raimundo Rezende e sua equipe, dr. Fabio Bento e dr. Thales Santana, fizeram o procedimento para evitar futuras complicações. A cirurgia teve duração de 40 minutos e tudo correu muito bem.

 

Ontem final da tarde, Kevinho sentiu um desconforto abdominal com dores semelhante a uma gastrite e procurou o dr. Raimundo, que imediatamente o submeteu a tomografia, para esclarecimento do diagnóstico, já que os sintomas da apêndice, pode ser confundidos com outras doenças. “A atitude do Kevinho foi a mais correta, porque muitas vezes as pessoas sentem dores abdominais e acham que com um simples remédio pode melhorar, causando diagnóstico tardio da apendicite,” explicou o médico.

O cantor que estava se sentindo bem para cumprir sua agenda e realizou os shows na noite de ontem, quando se apresentou em Curitiba- PR e em São Paulo-SP.

Hoje pela manhã foi reavaliado, com novos exames o que ocasionou a internação para a realização da cirurgia, que foi realizada com sucesso e o cantor passa bem. Kevinho ainda está hospitalizado e deverá voltar a cumprir sua agenda profissional nos próximos dias.

 

Fonte: G1

O Wesley Safadão de 2019 pouco tem com a ver com o cabeludo que estourou no Brasil com forró eletrônico e fama mais regional.

De cabelinho sempre bem aparado, ele tem planos para seguir carreira internacional e se consolidar como cantor pop. Ao G1, ele diz que quer:

 

  • Lançar, com MC Kekel, o funk “Desencana”, em 31 de maio
  • Gravar um DVD no evento Garota Vip em 24 de agosto
  • Traduzir músicas para inglês e espanhol
  • Fazer turnê na Europa e nos Estados Unidos

 

 

Trio de singles

 

Após o álbum "WS mais uma vez" (2018), ele decidiu focar em singles com clipes. Há duas semanas, lançou “Igual ela só uma”, com batida de forró.

 
Wesley Safadão pinta cabelo e faz tatuagens falsas para gravação de clipe — Foto: Ederson Lima/DivulgaçãoWesley Safadão pinta cabelo e faz tatuagens falsas para gravação de clipe — Foto: Ederson Lima/Divulgação

Wesley Safadão pinta cabelo e faz tatuagens falsas para gravação de clipe — Foto: Ederson Lima/Divulgação

 

"Tenho um carinho e um respeito muito grandes pelo funk, que tem sido ameaçado. Me sinto feliz e honrado de gravar com o Kekel, poder levantar a bandeira e dizer que estou junto com vocês."

 

Após gravar com Anitta ("Romance com safadeza)", Lucas Lucco ("Posto 24h") e Jerry Smith ("Quem tem o dom"), o próximo single "Dois lados" será só dele.

 
 
 
Wesley Safadão canta "Só pra castigar" no palco do Fantástico
Fantástico
 
 
 
 
 
 
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DVD e músicas em inglês

 

O cantor também prepara um DVD com as três inéditas e outros sucessos da carreira. "Vamos gravar no Festival Garota Vip, no Rio, porque há dois anos o Rio faz o maior Garota VIP do Brasil". O festival foi criado em Fortaleza em 2011 e reúne convidados do cantor.

Ele também detalha como será a tentativa de entrada no mercado internacional. Safadão tem turnês na Europa e nos Estados Unidos no segundo semestre.

 

"Quando a gente faz turnê fora, canta principalmente para brasileiros. Então eu quero traduzir minhas músicas para o inglês. Ainda estamos estudando quais seriam as melhores, vamos fechar a lista após o DVD."

 

Apesar de já ter se decidido, ele confessa que tem receio. "O mercado brasileiro é muito complexo, então existe uma responsabilidade muito grande para se manter relevante aqui e buscar sucesso fora."

"Eu sei o tanto que sofremos aqui por falta de conhecimento, pisar em um ambiente novo sempre tem riscos."

 

 

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