Foto: Purepop
O cantor e compositor Amado Batista, de 75 anos, voltou a ficar entre os assuntos mais comentados das redes logo após a atualização da chamada “lista suja” do trabalho escravo. Esta foi divulgada pelo governo federal na segunda-feira (06/04). A relação reúne empregadores autuados por submeter trabalhadores a condições análogas à escravidão, e o nome do artista passou a integrar o documento mais recente.
De acordo com os registros, há duas autuações vinculadas ao nome do cantor em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO). Uma delas cita o Sítio Esperança, com dez trabalhadores, enquanto a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro funcionários. As propriedades ficam às margens da BR-060, na zona rural do município, e os casos teriam sido registrados ao longo de 2024.
Em resposta, a equipe de Amado Batista contestou as informações. Em declaração ao portal “Metrópoles”, a assessoria afirmou que não houve resgate de trabalhadores nas áreas citadas: “Todos os funcionários continuam trabalhando na propriedade normalmente.“, afirmaram.
Além disso, a defesa explicou que houve, sim, uma fiscalização em uma fazenda arrendada pelo cantor para o plantio de milho. Nesse processo, a fiscalização identificou irregularidades na contratação de quatro trabalhadores. Ainda conforme a nota, uma empresa terceirizada, responsável pela abertura da área de cultivo, vinculava esses profissionais.
Na sequência, a assessoria informa que as partes firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em 2024 e já quitaram integralmente as obrigações relacionadas aos trabalhadores. Por fim, a equipe destacou que adota medidas administrativas para encerrar os procedimentos ligados à autuação.
Fonte: Área Vip